domingo, 12 de julho de 2009

... pela primeira vez o sentimento impede as palavras de sairem da maneira que deveriam, estou ao mesmo tempo tão confuso e tão certo dentro de um concretismo incerto, absolutamente inconcreto sólido, pela primeira vez... pela segunda... pela terceira... e quantas vidas e palavras se façam necessárias para que eu aprenda, para que eu chore as lágrimas na hora em que elas devem cair (E ELAS DEVEM CAIR SEMPRE)... cada vez mais e pela primeira vez sempre... obrigado sempre, pela primeira vez de novo e de de de... dé, bonito, obrigado, o o o o o o o o o o bri - ga - da de di dó dú dé dale.

4 comentários:

Andrè Dale disse...

AAAAAhhhhhhhh!!! Lindão querido do meu coração! Que delícia! Adorei! É muito bom ler esses textos com essa sua confusão sincera ou essa sinceridade confusa, não sei... Obrigado também por qualquer coisa que as palavras também não digam. Beijaço pra você irmãozinho!

ARCANO disse...

Vc escreve muito bem!

Joi disse...

é mesmo, escreve muito bem, muito autêntico!

disse...

Sentimentos confusos esses,que nos trsnsmitem certeza do que se é sentido.
Gadú!Uma estrela!Uma flor!Que,obviamente,chego à ela,por vc!